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Mostrando postagens de março, 2019

Entrevista com o professor Dr. Luis Marques

Assistam a entrevista que Dr. Luis Marques concedeu para a TV UNESP. Ele explica o potencial de produção e consumo de fitoterápicos no Brasil e o papel das universidades para estimular os profissionais da área. Tema importante para todos que usam e trabalham com a fitoterapia.  Link:  CLIQUE AQUI Publicado em 29 de dez de 2014

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Quem pode ser um associado? Todos os profissionais da saúde ou estudantes da área que trabalham ou pretendem trabalhar com fitoterapia. Vantagens de um associado:  Cursos gratuitos ou com investimento diferenciado Acesso a materiais exclusivos Divulgação no site APFIT como prescritor Descontos em cursos de parceiros Receber informativos por meio de newsletter Divulgar trabalhos de campo ou científicos (com aprovação da Diretoria) Como fazer parte da Associação?      Pagamento com cartão de crédito. ​ Efetuar a contribuição anual de acordo com a categoria profissional. Siga as instruções no próprio site no nosso site CLIQUE AQUI Estamos à disposição: apfit@apfit.org.br

Plantas pequenas do cerrado : biodiversidade negligenciada

Este material foi enviado pelo nosso associado Dr. Dagoberto Brandão. É um link para acesso a um livro muito robusto e interessante sobre a importância das plantas pequenas do cerrado. Vale a pena a leitura. Realização Secretaria de Estado do Meio Ambiente Av. Professor Frederico Hermann Jr. 345 São Paulo SP 05459 900 www.ambiente.sp.gov.br São Paulo (Estado). Secretaria do Meio Ambiente. 1.ed. Plantas pequenas do cerrado : biodiversidade negligenciada/Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo ; Autores Giselda Durigan ... [et al.] ; Revisão de texto Marlene Durigan ; Projeto Gráfico Vera Severo ; Fotos João B. Baitello ... [et al.] – 1.ed. – São Paulo : SMA, 2018. ISBN 978-85-8156-030-4 Disponível também: http://www.ambiente.sp.gov.br/publicacoes Clique aqui para download do livro

Parecer sobre canela de velho

Parecer sobre canela de velho Essa planta é uma novidade oriunda não se sabe bem de onde, pois não é uma planta de uso tradicional amplo e conhecido nas várias regiões do Brasil. Não há, até agora, muita informação sobre ela: há dúvidas sobre a identificação por haverem espécies afins (http://sites.unicentro.br/wp/manejoflorestal/12366-2/), não há estudos de controle de qualidade que permitam sua adequada identificação ainda mais na forma de folhas secas, em pó ou em extratos, os estudos químicos ainda são poucos e insuficientes (embora já se saiba apresentar ácido ursólico, ácido oleanólico e flavonoides  - https://ri.ufs.br/bitstream/riufs/6790/2/Fernando%20Henrique%20Oliveira%20de%20Almeida.pdf), e há apenas estudos de efeitos em animais, sem saber se em humanos se reproduzem tais efeitos, nem que tipo de riscos ou efeitos adversos a planta pode acarretar, eventualmente. Nesse perfil de estudos em animais, a literatura oferece centenas de espécies com resu...