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Fitoterapia: mitos e verdades

Neste bate papo nossa vice presidente Dra. Sula de Camargo conversa com a nutricionista Adriana Fanaro e esclarece muitas dúvidas sobre fitoterapia! Vale a pena assistir.
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Entrevista com Dr. Luis Marques - Etnobotânica

Participação do professor Dr. Luis Marques, farmacêutico e membro da diretoria da APFit no Programa Capital Natural comandado por Marina machado. Um bate-papo com: Eliana Rodrigues, coordenadora do Centro de Estudos Etnobotânicos e Etnofarmacológicos da UNIFESP Mãe Dango, Nenguá dia Nkisi Dango (sacerdotisa de religião de matriz africana) da cidade de Hortolândia Dr. Luís Marques, farmacêutico da indústria de fitoterápicos

Fitoterapia para Nutricionistas

Em comemoração ao Dia do Nutricionista, o CRN-8 disponibilizou algumas palestras, entre elas, esta com um tema muito relevante e atual sobre Fitoterapia para Nutricionistas. A palestrante Dra. Sula de Camargo é nossa vice presidente e na sua fala aborda alguns conceitos e legislações que o nutricionista deve saber para a prescrição segura de fitoterápicos. Mini currículo Sula de Camargo é nutricionista, coordenadora de cursos de extensão e docente nas áreas de Nutrição e Fitoterapia. Graduada pela Universidade São Judas Tadeu (USJT). Mestre em Ciências pela Coordenadoria de Controle de Doenças (CCD) da Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo. Pós-graduada em Nutrição Clínica pelo Grupo de Apoio de Nutrição Enteral e Parenteral (GANEP). Pós-graduada em Educação e Formação em Saúde pela Faculdade Santa Marcelina (FASM), Pós-graduada no MBA Executivo em Saúde pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). Pós-graduanda em Fitoterapia em Nutrição pelo Centro Integrado de Nutrição (CINNUTRI)...

Entrevista com o professor Dr. Luis Marques

Assistam a entrevista que Dr. Luis Marques concedeu para a TV UNESP. Ele explica o potencial de produção e consumo de fitoterápicos no Brasil e o papel das universidades para estimular os profissionais da área. Tema importante para todos que usam e trabalham com a fitoterapia.  Link:  CLIQUE AQUI Publicado em 29 de dez de 2014

Seja um associado

Quem pode ser um associado? Todos os profissionais da saúde ou estudantes da área que trabalham ou pretendem trabalhar com fitoterapia. Vantagens de um associado:  Cursos gratuitos ou com investimento diferenciado Acesso a materiais exclusivos Divulgação no site APFIT como prescritor Descontos em cursos de parceiros Receber informativos por meio de newsletter Divulgar trabalhos de campo ou científicos (com aprovação da Diretoria) Como fazer parte da Associação?      Pagamento com cartão de crédito. ​ Efetuar a contribuição anual de acordo com a categoria profissional. Siga as instruções no próprio site no nosso site CLIQUE AQUI Estamos à disposição: apfit@apfit.org.br

Plantas pequenas do cerrado : biodiversidade negligenciada

Este material foi enviado pelo nosso associado Dr. Dagoberto Brandão. É um link para acesso a um livro muito robusto e interessante sobre a importância das plantas pequenas do cerrado. Vale a pena a leitura. Realização Secretaria de Estado do Meio Ambiente Av. Professor Frederico Hermann Jr. 345 São Paulo SP 05459 900 www.ambiente.sp.gov.br São Paulo (Estado). Secretaria do Meio Ambiente. 1.ed. Plantas pequenas do cerrado : biodiversidade negligenciada/Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo ; Autores Giselda Durigan ... [et al.] ; Revisão de texto Marlene Durigan ; Projeto Gráfico Vera Severo ; Fotos João B. Baitello ... [et al.] – 1.ed. – São Paulo : SMA, 2018. ISBN 978-85-8156-030-4 Disponível também: http://www.ambiente.sp.gov.br/publicacoes Clique aqui para download do livro

Parecer sobre canela de velho

Parecer sobre canela de velho Essa planta é uma novidade oriunda não se sabe bem de onde, pois não é uma planta de uso tradicional amplo e conhecido nas várias regiões do Brasil. Não há, até agora, muita informação sobre ela: há dúvidas sobre a identificação por haverem espécies afins (http://sites.unicentro.br/wp/manejoflorestal/12366-2/), não há estudos de controle de qualidade que permitam sua adequada identificação ainda mais na forma de folhas secas, em pó ou em extratos, os estudos químicos ainda são poucos e insuficientes (embora já se saiba apresentar ácido ursólico, ácido oleanólico e flavonoides  - https://ri.ufs.br/bitstream/riufs/6790/2/Fernando%20Henrique%20Oliveira%20de%20Almeida.pdf), e há apenas estudos de efeitos em animais, sem saber se em humanos se reproduzem tais efeitos, nem que tipo de riscos ou efeitos adversos a planta pode acarretar, eventualmente. Nesse perfil de estudos em animais, a literatura oferece centenas de espécies com resu...